Como as proptechs continuarão transformando o mercado imobiliário

Já são incontáveis empresas com seus modelos de negócio desenvolvendo tecnologia para digitalizar a experiência de alugar uma propriedade, vender, fazer gestão de imóveis, buscando inovar e otimizar as dinâmicas mais burocráticas


Foto: Ales Nesetril/Unsplash

A tecnologia vem sendo aplicada cada vez mais em todos os setores da economia. As startups seguem impactando aceleradamente e mudando até mercados mais lentos em adoção de tecnologias como o imobiliário, conhecido por sua tradicionalidade. Digo isso pois novas soluções, ferramentas e softwares mudaram a forma de consumir e interagir com variados produtos e serviços de forma rápida.

Já são incontáveis empresas com seus modelos de negócio desenvolvendo tecnologia para digitalizar a experiência de alugar uma propriedade, vender, fazer gestão de imóveis, buscando inovar e otimizar as dinâmicas mais burocráticas.

São utilizadas tecnologias diversas que vão desde drones, Big Data, Inteligência Artificial e até as mais disruptivas, como realidade virtual e realidade aumentada, sendo que as principais tendências tecnológicas que estão transformando o setor imobiliário em 2023 são IA e blockchain.

Ferramentas de IA estão sendo usadas para criar representações mais precisas e detalhadas de propriedades, reconhecer e classificar diferentes tipos de edifícios e espaços e gerar descrições de propriedades com base nas tendências do mercado e no feedback dos compradores e está sendo usada para automatizar a revisão e análise de documentos e gerar listas de imóveis personalizadas com base em dados de mídias sociais e outras fontes.

A conversão da propriedade real em propriedade imobiliária digital é iminente, porque o imóvel é imóvel e todas as funções de transferência, como registro, assinatura e reconhecimento eletrônico de firma, são colocadas online pela legislação antes e depois da pandemia. Com o uso de tokens e blockchain, o processo de obtenção de um empréstimo ou financiamento se tornará mais fácil e acessível. As garantias tornam-se mais fáceis de gerenciar e os acordos de contratos inteligentes eliminam a possibilidade de erro humano, hacks ou corrupção.

O cofundador da Ethereum, Buterin, falou sobre sua visão para NFTs e imóveis. De acordo com Buterin, “a aplicação de propriedade fracionada a NFTs pode ser estendida a NFTs que representam o imóvel”. O empreendedor reconheceu que NFTs ou DAOs serão úteis para gerenciar portfólios imobiliários.

De acordo com dados levantados pela Terracotta Ventures, em 2022, houve um crescimento de 282% no número de empresas de tecnologia ativas no Brasil com foco no mercado imobiliário, sendo os maiores polos do País os estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná.

O grande papel dessas inovações não é substituir o fator humano, mas tornar os processos mais simples e ágeis. O boom das proptechs aconteceu por volta de 2020, impulsionado pelo contexto da pandemia que ajudou na aceleração desse processo, pois tudo precisou ser resolvido de forma digital e remota. Hoje, o ecossistema caminha a passos largos no Brasil, contando inclusive com grandes rodadas de fundos e alto potencial de investimentos para apoiar construir coisas inovadoras.

Observando esse ritmo de crescimento, é importante destacar os benefícios que elas trazem aos modelos de negócios. O primeiro ponto é a facilidade no dia a dia dos profissionais do mercado imobiliário, possibilitando agilidade, eficácia e transparência em processos gerais.

Falando em eficácia, uma vez que processos mais operacionais são automatizados, o profissional ganha tempo para se dedicar mais ao cliente e às atividades estratégicas. Em um mercado reconhecido anteriormente pela sua complexidade e burocracia, onde as negociações exigiam mais tempo, as proptechs vêm com uma proposta de revolucionar a maneira de fazer negócios, sejam eles de compra, venda, gestão, locação ou construção.

O principal ponto da ascensão, portanto, é a criação de oportunidades de negócio para o mercado como um todo. Seja na hora de digitalização de processos, reduzir custos, tornar mais acessível e fácil aos clientes finais a compra, venda e locação de imóveis, além de outros modelos de negócios que começam a surgir visando suprir necessidades especificas das empresas e clientes.

Já existem, por exemplo, modelos de negócio que possibilitam o proprietário se converter em locatário obtendo liquidez imediata, para custear a faculdade dos filhos, abrir um negócio, usar como capital de giro, quitar empréstimos e financiamentos imobiliários ou outras dívidas, sem precisar se mudar do imóvel. Em uma realidade com altos índices de juros, inadimplência e pessoas com dificuldades em honrar seus compromissos, essa nova alternativa pode ser benéfica e uma saída rápida para aliviar quem precisa de tempo e dinheiro para se organizar com as contas.

O Brasil é um terreno fértil para startups de uma maneira geral, que continuam em crescimento, afinal, mesmo em tempos de crise, o mercado continua oferecendo boas oportunidades. No mercado imobiliário, muita coisa ainda pode evoluir e outras ideias surgirão no mercado. Resta a gente conferir de perto e acompanhar essas mudanças, seja como protagonistas ou espectadores.

Por: Daniel Gava*
*CEO da Rooftop
Fonte: Suno

Antes de queda de juros, preço de imóveis já se valoriza e supera inflação

Valorização do preço de imóveis chega a quase 13%, enquanto a inflação oficial, medida pelo IPCA, avançou pouco menos de 4%


Foto: Royalt Free

O reajuste dos preços dos imóveis é algo acompanhado de perto por quem busca adquirir uma propriedade seja para morar, alugar ou revender. Quem adquiriu um imóvel nos últimos doze meses não tem do que reclamar, já que os preços superaram – e muito – a inflação; isso antes mesmo antes do início do ciclo de queda dos juros.

Conforme o Índice Geral do Mercado Imobiliário Residente, o IGMI-R, que mede a taxa média de valorização de imóveis residenciais nos últimos 12 meses, encerrados em maio, houve uma valorização de 12,98%. Na mesma comparação, em igual período, a inflação medida pelo IPCA subiu 3,94%.

Outro levantamento, este da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), também mostra que a valorização dos imóveis vem batendo a inflação nos últimos tempos. De 2012 a 2022, a média anual de valorização do preço dos imóveis soma 12,2%.

Pelo estudo, a valorização dos imóveis, de 2012 a 2022, somou 95% na média nacional, entretanto na cidade de São Paulo foi superior: 137%. A inflação no período, contudo, foi de 90%. Nos últimos dez anos, ainda como comparação, quem investiu em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) obteve ganhos médios ao ano de 8,6%.

À espera da queda da Selic

Aspectos como localização e infraestrutura ajudam na valorização de um imóvel, seja na planta ou usado. Mas os juros em queda também costumam influir – positivamente – nessa conta, já que o mercado imobiliário tradicionalmente aquece suas vendas em período de taxas mais baixas, puxando os preços para cima.

Presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França afirma que a aquisição de imóveis é muito ligadà à confiança do consumidor, nível de desemprego e a taxa de juros. “Taxa de juros abaixo de dois dígitos, em geral, cria um movimento bastante forte no mercado imobiliário”, diz.

E essa é a grande expectativa da construção civil e dos investidores no ramo a partir da agora, já que o início de flexibilização dos juros é o melhor momento para avançar sobre as oportunidades e projetar possíveis ganhos.

Valorização

Enquanto espera a primeira queda da taxa Selic – ao que tudo indica para agosto –, o mercado imobiliário referenda o que os números apontam. “É raro o mercado de imóveis sofrer desvalorização”, afirma Thiago Ely, diretor-executivo Comercial e Crédito da MRV (MRVE3).

“Pode até não ter aquele boom (explosão de vendas), mas raramente ele cai. Sempre tem uma constância de pequenas valorizações, o que vai dando mais confiança ao investidor”, complementa.

A MRV avalia que, em um ano, empreendimentos seus vendidos na planta e em fase de construção, têm alcançado valorização entre 15% e 23%.

“No pior dos casos, nas entregas dos imóveis, você segue a inflação, mas na maioria das vezes o preço final fica acima dela”, corrobora Leonardo Mesquita, vice-presidente Comercial da Cury Construtora (CURY3).

O tamanho do crédito dispensado nos últimos anos ao mercado imobiliário é um convite a olhar mais de perto as oportunidades na área, devido ao grande volume de lançamento que acompanha esses dispêndios.

Segundo calculo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que elabora junto com a Fundação Getúlio Vargas o IGMI-R, em 2021, o segmento fez o maior desembolso para o mercado imobiliário da história: R$ 255 bilhões.

Em 2022, o desembolso também foi forte e ficou em R$ 241 bilhões. Para esse ano, a projeção de desembolso do crédito imobiliário é da R$ 220 bilhões – se alcançado, seria o terceiro maior da história.

Cabe destacar que a Selic alcançou dois dígitos março de 2022 e se mantém em 13,75% desde agosto do ano passado – ou seja, nos últimos doze meses se encontra no patamar mais elevado desde dezembro de 2016.

Taxa média de crédito

José Ramos Rocha, presidente da Abecip, recorda que quem, há cerca de dois anos, comprou um imóvel na planta tinha taxa média de crédito imobiliário de 7,5% a 8%. Hoje, a taxa chega a 10,5% devido à elevação da Selic.

O executivo reconhece que existe uma inadimplência muito alta no geral no mercado financeiro e que acaba refletindo no crédito para o setor imobiliário. Por conta desse cenário, algumas incorporadoras adiaram seus lançamentos.

“Com a queda da Selic, o primeiro impacto que ela vai causar é, provavelmente, estancar o crescimento da taxa cobrada dos financiamentos imobiliários. A taxa se estabilizaria, mesmo que fique (a Selic) em dois dígitos esse ano”, aponta Rocha.

Ele calcula que a provável queda dos juros, nesse início do segundo semestre de 2023, teria reflexo prático na taxa de financiamento de imóveis a partir do final do ano.

Para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em seu último estudo de indicadores imobiliários, com dados consolidados do primeiro trimestre do ano, o mercado, de fato, mostra insegurança com a escassez e o encarecimentos de recursos para o financiamento.

Não por acaso houve uma queda de vendas de imóveis no início do ano comparado com 2022. O número de unidades vendidas foi 5,2% menor em comparação com o trimestre anterior e 9,2% inferior quando comparada ao primeiro trimestre do ano passado.

“O mercado segue saudável e equilibrado, pois há demanda potencial. O que existe é falta de confiança do empresário, que refletirá no mercado futuro”, analisa a CBIC neste estudo.

Imóvel para investimento

Para Leonardo Mesquita, da Cury, a tendência é que o mercado se torne ainda mais atrativo com a taxa de juros mais baixa. “Pode ser que a parcela de investidores em imóveis cresça (com os juros menores) porque se tem um número maior de pessoas que, ao invés de deixar o dinheiro rendendo juros, tende a fazer um giro diferente (das aplicações) e o imóvel torna-se uma boa opção”, diz.

Mesquita calcula que 10% de unidades de empreendimento são vendidos para investidores, mais esse índice oscila entre 3% e 20%. “Vai depender muito da característica da região. Mas sempre tem o pequeno, o médio e o grande investidor visando imóvel como patrimônio”, afirma.

“Imóveis respondem bem mesmo a momentos difíceis”, ressalta Mesquita, acrescentando que empreendimentos econômicos nos grandes centros passaram também a ter uma dinâmica diferente, com oferta em lugares mais centrais. “Quando se conjuga imóveis econômicos com boa localização, eles tendem a ter um potencial de valorização muito grande”, destaca.

Ano passado, o valor geral de vendas (VGV) da Cury fechou em R$ 3,3 bilhões. No primeiro semestre do ano, foram R$ 2,4 bilhões em lançamento, apontando uma tendência de chegar ao final de 2023 com números superiores a 2022.

Por: Augusto Diniz
Fonte: InfoMoney

A sabedoria da Babilônia aplicada a investimentos em ações e fundos imobiliários

Há uma infinidade de estratégias e técnicas que prometem trazer riquezas e sucesso financeiro no mundo dos investimentos


Foto: Olav Ahrens Røtne/Unsplash

Há uma infinidade de estratégias e técnicas que prometem trazer riquezas e sucesso financeiro no mundo dos investimentos. Antes de adotá-las, porém, é importante lembrar que existem princípios fundamentais de acumulação de riqueza, que são praticadas há milhares de anos. O livro “O homem mais rico da Babilônia”, escrito por George S. Clason, traz valiosos ensinamentos sobre a construção da riqueza. Exemplos notáveis de como obter sucesso financeiro. 

Ler os ensinamentos apenas não é o suficiente para se obter a riqueza desejada. É preciso saber aplicá-los corretamente. Neste artigo, tentarei mostrar como usar tais técnicas no contexto do investimento em ações e fundos imobiliários de dividendos, visando a geração de renda passiva. 

As ações de dividendos são aquelas emitidas por empresas que compartilham parte de seus lucros com os acionistas. Essas ações têm se mostrado uma excelente opção para investidores em busca de renda passiva consistente. 

Já os fundos imobiliários de dividendos são veículos de investimento que aplicam recursos em empreendimentos imobiliários com o objetivo de gerar renda. Assim como as ações de dividendos, os fundos imobiliários podem proporcionar uma fonte estável de renda passiva. 

Seguindo os ensinamentos da Babilônia, é importante reinvestir os dividendos recebidos, em vez de gastá-los. Dessa forma, o investidor aproveitará o poder dos juros compostos para aumentar o patrimônio ao longo do tempo. "O Homem Mais Rico da Babilônia" é um clássico livro de finanças pessoais que oferece uma visão poderosa sobre a importância da poupança, do investimento e da gestão do dinheiro. 

Além dos princípios fundamentais de investimento, o livro também enfatiza a importância de poupar uma parte dos ganhos mensais para o futuro. Na história, os personagens são instruídos a destinar uma parcela de sua renda para a construção de patrimônio, seguindo a regra de ouro de poupar pelo menos 10%. E como citei acima, essa lição de poupança também pode ser aplicada no contexto do investimento em ações e fundos imobiliários de dividendos. 

É crucial destinar uma parte dos ganhos mensais para investimentos, em vez de gastar tudo imediatamente. Ao poupar regularmente uma porcentagem fixa da renda, o investidor construirá uma base sólida para o futuro e se preparará para aproveitar as oportunidades de investimento que possam surgir. 

A estratégia de poupar uma parte de seus ganhos mensais também oferece uma vantagem adicional: a capacidade de aproveitar momentos de volatilidade e quedas no mercado. Quando o investidor possui uma reserva de dinheiro disponível, pode aproveitar oportunidades de compra quando os preços estão em baixa, ou seja, com valores mais atrativos. 

Isso demonstra a importância da disciplina na poupança, pois ela proporciona flexibilidade e poder de compra quando as circunstâncias se mostram favoráveis. Portanto, além de investir em ações e fundos imobiliários de dividendos, não se deve esquecer da importância de poupar uma parte dos ganhos mensais. 

Essa prática, combinada com os outros ensinamentos valiosos do livro, como diversificar o portfólio, será um fator determinante para o sucesso da jornada de investimentos. A construção de riqueza é um processo gradual e a disciplina de poupar consistentemente irá impulsionar os esforços rumo à prosperidade financeira duradoura. 

Por: Guilherme Gentile
Fonte: BP Money

A tecnologia é sua aliada na hora de investir em imóveis


Foto: Dylan Calluy/Unsplash

Investir em imóveis tem sido uma estratégia popular de investimento ao longo dos anos, mas com o avanço da tecnologia, essa abordagem tradicional está sendo impulsionada a novos patamares. A tecnologia tem se tornado uma aliada poderosa para os investidores imobiliários, fornecendo ferramentas e recursos que facilitam a pesquisa, aquisição, gestão e monitoramento de propriedades.

Uma das maneiras mais evidentes pelas quais a tecnologia beneficia os investidores imobiliários é através do acesso a informações e análises detalhadas. Antes da era digital, a pesquisa de mercado exigia um esforço considerável, com visitas físicas a imóveis e coleta de dados manualmente. Hoje, plataformas online e aplicativos móveis oferecem uma variedade de dados e análises imobiliárias em tempo real, incluindo preços de propriedades, tendências de mercado, informações demográficas e muito mais. Essas ferramentas permitem que os investidores tomem decisões mais informadas e identifiquem oportunidades de investimento com maior precisão.

Além disso, a tecnologia tem simplificado o processo de aquisição de imóveis. Plataformas online de compra e venda de imóveis, como sites e aplicativos de corretagem imobiliária, permitem que os investidores explorem uma ampla gama de opções, visualizem fotos e descrições detalhadas, agendem visitas virtuais e até mesmo realizem transações online. Essas plataformas economizam tempo e esforço, eliminando a necessidade de visitar pessoalmente várias propriedades antes de tomar uma decisão.

No que diz respeito à gestão imobiliária, a tecnologia também desempenha um papel fundamental. Existem softwares específicos de gerenciamento de propriedades que ajudam os investidores a controlar aluguéis, manutenção, contratos e documentação. Essas ferramentas automatizam muitos processos e fornecem recursos de organização eficientes, permitindo que os investidores gerenciem suas propriedades de forma mais eficaz, mesmo em grandes carteiras imobiliárias.

A tecnologia também oferece recursos avançados para monitoramento e segurança de propriedades. Sistemas de segurança inteligentes, como câmeras de vigilância conectadas à internet e sistemas de alarme, permitem que os investidores monitorem suas propriedades remotamente e recebam notificações em tempo real sobre qualquer atividade suspeita. Isso proporciona tranquilidade e ajuda a proteger o investimento.

Além disso, a tecnologia tem desempenhado um papel importante na democratização do investimento imobiliário. Plataformas de crowdfunding imobiliário permitem que investidores de diferentes tamanhos acessem projetos imobiliários de alta qualidade e diversifiquem suas carteiras. Essas plataformas conectam investidores a oportunidades de investimento, facilitando a participação em empreendimentos imobiliários que anteriormente estavam disponíveis apenas para grandes investidores institucionais.

No entanto, é importante ressaltar que, embora a tecnologia seja uma aliada valiosa para investir em imóveis, a expertise humana e o conhecimento do mercado ainda são fundamentais. A tecnologia pode fornecer informações e facilitar o processo, mas a análise crítica e a tomada de decisões estratégicas exigem a compreensão das nuances do mercado imobiliário, o conhecimento das tendências locais, a avaliação adequada do valor das propriedades e a capacidade de identificar oportunidades de investimento sólidas. Além disso, a tecnologia não substitui a importância das relações pessoais e da negociação habilidosa, especialmente ao lidar com transações imobiliárias complexas. Portanto, embora a tecnologia seja uma ferramenta poderosa, os investidores imobiliários devem combiná-la com seu conhecimento e experiência para alcançar o sucesso no mercado imobiliário.

Fonte: I.A.